junho 10, 2008
Catarina Norte - autora criança
Catarina Norte - 9 anos
Autora e ilustradora do livro " O mundo sem Solidão"
Autora convidada na Feira do Livro de:
Alcobaça – 19 a 22 de Junho
Bombarral – 16 a 22 de Junho
junho 09, 2008
Graças e Lamentos.
Dou graças ao 25 de Abril por ver os camionistas fazendo greve sem levar uma carga de cavalaria em cima.
Lamento que alguns destes srs não compreendam que a liberdade é para todos, os que querem parar e os que querem trabalhar.
Acredito que o negócio deles esteja mau como todos os negócios neste país. Conheço alguns que começaram com um camião e hoje têm frotas de dezenas; nesse tempo consideravam-se uns heróis do mercado, hoje reclamam ajudas do Estado; querem gasóleo profissional ( o que é isso?) e as dezenas de profissionais inclusive funcionários do Estado que se deslocam todos os dias dezenas de quilómetros para trabalhar sem transportes que não sejam o seu próprio carro? para esse é que não há alternativa.
Fazer greve é um direito; apedrejar outros é um crime; deixam de ter qualquer razão e dão-na ao governo se lhe der órdem de prisão.
maio 26, 2008
As fronteiras do Homem
Já todos ( os que têm Internet) podem apreciar as fotos enviadas pela Phoenix do Planeta Marte.
O que é admirável não é só este facto grandioso da ciência e da capacidade inventiva do homem, é também a naturalidade com que encaramos estes acontecimentos como se fossem banais.
Isto coloca-me uma questão:
- Onde estão as fronteiras hoje?
- Como é que o homem se lança à conquista do Espaço interplanetário e, no entanto, continua a colocar fronteiras e barreiras na Terra ao outro homem?!
E continuam a haver “inteligentes” a defender os nacionalismos.
Como é possível?!!
maio 13, 2008
maio 12, 2008
Manuel Alegre- Publico oneline
A crítica é olhada com suspeita
Continue a ler "Manuel Alegre- Publico oneline"maio 06, 2008
Retirado do " João Tilly"
Demissão do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Azeitão
Pedido de demissão entregue ao Presidente da Assembleia do Agrupamento
Vertical de Escolas de Azeitão
Vai para três anos que, culminando um processo democrático amplamente
participado, tomou posse este Conselho Executivo. Assumimos, então, o compromisso de 'cumprir com lealdade' as funções que nos eram confiadas,
funções que decorriam de um quadro legislativo bem diverso do actual. Neste
exercício, democratizámos as relações inter-pares, gerámos expectativas e
esperanças, fomentámos a iniciativa e a criatividade, quisemos aprofundar a
relação pedagógica, libertando os professores de tarefas menores, para
benefício dos alunos. Respeitando as pessoas e dignificando a Escola.
Porém, as regras mudaram a meio do jogo. É agora bem diferente o
enquadramento legal que regula a nossa acção. Uma incontinência legislativa
inexplicável minou e desvirtuou os compromissos que assumíramos: não nos
propusemos asfixiar os professores em tarefas burocráticas sem sentido,
alheias ao objecto da sua missão; não nos propusemos fragilizar o estatuto
dos profissionais da educação; não nos propusemos submergir os docentes em
relatórios, planos, projectos, registos, sem que daí resultassem vantagens
ou benefícios para os alunos; nem nos propusemos liquidar o espaço de
participação democrática na escola.
Com a actual publicação do Dec. Lei nº 75/2008 suprime-se tudo o que de
dinâmico, criativo e participado existia na gestão das escolas. A opção por
um órgão unipessoal – o director, a sua selecção num colégio eleitoral
restrito, as nomeações dos responsáveis pelos cargos de gestão intermédia
pelo director, são medidas que não têm em conta os princípios de uma gestão
assente na separação de poderes entre os vários órgãos. Este diploma
potencia riscos de autocracia e não reconhece o primado da pedagogia e do
científico face ao administrativo. Encerra uma lógica economicista e
empresarial adversa à verdadeira missão da escola. Não valoriza nem
reconhece a diversidade de opiniões e a consequente construção de consensos
como motores privilegiados da mudança e da promoção de uma escola de
qualidade. Não permite que a instituição escolar se constitua como um espaço
privilegiado de experiências de cidadania.
Em suma, passados 34 anos sobre o 25 de Abril, o modelo democrático de
gestão chegou ao fim. E aos órgãos democraticamente eleitos, convertidos em
comissão liquidatária, é 'encomendada' a tarefa de, negando a sua própria
natureza, abrirem caminho a um ciclo de autoridade não sufragada, de
centralismo, e até de governamentalização da vida das escolas.
Por considerar que o novo modelo de gestão atenta contra valores e
princípios que sempre defendi, e por não querer associar-me à sua
implementação, eu, Maria Leonor Caldeira Duarte, apresento o pedido de
demissão do cargo de Vice-presidente do Conselho Executivo do Agrupamento
Vertical de Escolas de Azeitão.
Com os melhores cumprimentos
Azeitão, 28 de Abril de 2008> Maria Leonor Duarte
maio 04, 2008
6 Mil?!
6 mil gerentes declararam salário mínimo. SEIS MIL ????
Mas donde vem esta notícia? Do ministério das finanças? E não vão pra lista dos devedores com o nome ali escarrapachado? E não têm o carrito penhorado?
Não brinquem mais com o pobre!
abril 27, 2008
Não há pachorra!
Viver neste país cansa.
Quase todos os dias ouvimos ou lemos apelos à reutilização dos óleos usados. Todos sabemos o problema que causam os óleos lançados nos esgotos domésticos. Quase todos os dias aturamos o Sr. Primeiro-Ministro a gabar o governo pelo fomento de medidas no campo das energias alternativas.
E depois:
Um particular é apanhado a consumir óleo, no seu automóvel; é multado, o carro apreendido e depois de verificarem que não há nenhuma lei que proibisse (o que devia ser incentivado) tem de pagar 180€ para reaver a carro.
A junta de freguesia da Ericeira é multada por usar óleo reciclado nos carros do lixo.
Multa-se quem devia ser premiado!
Não há pachorra!
abril 16, 2008
Tanta tinta para quê?
Não conheço na íntegra o acordo ortográfico assinado entre Portugal e o Brasil.
No entanto, já li e ouvi tanta opinião que já não tenho vontade de ler.
Por mim acho que é desnecessário e inútil. Para uniformizar as duas línguas séculos de trabalho nunca chegariam ao fim.
Para mudar a grafia de meia dúzia de palavras será necessário tanto alarido? Que importa se escrevo “facto ou ótimo”? Ainda não há muito tempo escrevia-se “pharmacia” Os brasileiros empregam centenas de termos que nós não usamos. O que importa se uns dizem autocarro e outro ónibus? Acaso não se encontra nas nossas ruas “ Bus” Há já quem clame “ como ensinar na escola”? Porque não hão-de os nossos jovens aprender que autocarro, onibus, bus ou machimbombo são a mesma coisa? Comboio e trem não se usaram sempre?
A riqueza da língua está na diversidade e não na uniformização.
Claro que os “gramáticos” virão já em defesa das regras, da estrutura, como se uma estrutura fosse, na verdade, uma coisa imutável. Antes de mais, uma língua fala-se!
abril 09, 2008
Educação em Debate
Um texto de André Pacheco no " Educa Portugal" que transcrevo com a devida vénia ao autor.
Porque concordo com ele ma não teria paciência para escrever tanto.
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